Coberturas ausentes
O risco existe no condomínio, mas não aparece entre as proteções contratadas.
E se já tem, será que está realmente protegido?
Se ainda não possui, nossa equipe ajuda na primeira contratação. Se já possui, analisamos coberturas, limites e os riscos atuais do condomínio.
A diferença aparece quando o condomínio descobre que uma cobertura não foi contratada, o limite é insuficiente ou a estrutura mudou e a apólice ficou no passado.
O risco existe no condomínio, mas não aparece entre as proteções contratadas.
A cobertura existe, porém o valor pode ficar abaixo do prejuízo real.
Novos equipamentos, tecnologias e mudanças na operação podem não ter sido considerados.
O condomínio precisa de uma proteção compatível com seus riscos, valores, responsabilidades e rotina.
O artigo 1.346 do Código Civil determina a contratação do seguro de toda a edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial.
“É obrigatório o seguro de toda a edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial.”
A exigência legal estabelece uma proteção essencial, mas não significa que todos os riscos do condomínio estejam automaticamente cobertos.
O seguro deve considerar a construção e a realidade do empreendimento, conforme as condições contratadas.
Danos elétricos, responsabilidade civil, vendaval, tubulações, portões e outras proteções precisam ser avaliados separadamente.
Mudanças na estrutura, nos equipamentos e na operação podem exigir atualização de coberturas e limites.
Elevadores, instalações elétricas, tubulações, portões, garagens, áreas comuns e responsabilidades fazem parte da rotina de quem administra um condomínio.
Responda seis perguntas simples e identifique quais áreas merecem ser avaliadas na contratação ou na revisão da apólice.
Não se trata de um ranking nacional, mas de situações que merecem atenção pela dimensão dos prejuízos que podem causar.
Pode atingir a estrutura, elevadores, instalações e áreas comuns, além de exigir reparos extensos e interdição.
Vendavais, granizo, chuvas intensas e entrada de água podem danificar telhados, fachadas, garagens e equipamentos.
Acidentes em áreas comuns, falhas de equipamentos e ocorrências com veículos podem gerar responsabilidade e indenizações.
Problemas elétricos, hidráulicos, climáticos e de responsabilidade podem surgir em diferentes tipos de condomínio.


Queima de elevadores, bombas, portões, câmeras, interfones, geradores e outros equipamentos.
Rompimentos súbitos podem atingir unidades, elevadores, garagens e instalações elétricas.
Falhas de sensores, impacto e fechamento indevido podem causar danos a veículos e pessoas.
Portarias, halls, fachadas, espelhos e áreas comuns envidraçadas ficam sujeitos a danos acidentais.
Telhados, coberturas, fachadas, quiosques e equipamentos externos podem ser afetados.
Quedas, falhas de equipamentos e danos involuntários a moradores, visitantes ou terceiros.
Portaria remota, controles de acesso, bombas e sistemas automatizados exigem limites adequados.
Câmeras, ferramentas, computadores e outros bens do condomínio podem precisar de proteção específica.

Decisões administrativas, falhas involuntárias, erros ou omissões podem resultar em reclamações contra quem administra o condomínio.
Fraude, dolo, desvio de recursos e atos deliberadamente ilegais não devem ser tratados como cobertos.
Receba uma análise personalizada da nossa equipe sobre coberturas, limites, franquias e pontos que merecem atenção.


É possível avaliar coberturas destinadas aos funcionários em situações como morte, invalidez e assistência funeral, conforme as opções disponíveis e as condições contratadas.
Algumas alterações podem modificar os riscos e precisam ser consideradas na revisão.
Novos equipamentos e valores.
Infraestrutura e exposição elétrica.
Automação e sistemas de acesso.
Ampliações e maior circulação.
Substituições ou modernizações.
Responsabilidade e guarda.
Aumento da estrutura segurada.
Histórico e revisão de limites.
Documentos atualizados, sistemas funcionando e registros de manutenção ajudam a reduzir riscos e facilitam a análise quando ocorre um sinistro.

AVCB, CLCB, CA, CAS ou documento equivalente, conforme o estado.
Elevadores, bombas, portões, elétrica, gás e sistemas de combate a incêndio.
Documentos que demonstram inspeções, correções e conservação da edificação.
Estrutura, utilização e rotina.
Riscos, limites e franquias.
Opções compatíveis com o perfil.
Documentos e condições.
Contratação e sinistros.
As respostas são gerais. As condições da proposta e da apólice sempre prevalecem.
A legislação determina o seguro da edificação contra incêndio ou destruição total ou parcial. As demais coberturas devem ser avaliadas conforme os riscos do condomínio.
O Seguro Condomínio protege a edificação, áreas comuns e responsabilidades previstas na apólice. O Seguro Residencial é individual e atende os bens e interesses de cada unidade.
A abrangência sobre a estrutura das unidades depende do produto. Móveis, objetos pessoais, equipamentos e melhorias particulares normalmente precisam de proteção individual.
Dependendo da contratação, podem ser avaliados danos elétricos, eventos climáticos, tubulações, vidros, equipamentos, responsabilidade civil, garagens, portões, veículos e outras exposições.
A RC do Condomínio pode amparar danos involuntários causados a terceiros. A RC do Síndico trata de determinadas responsabilidades decorrentes de atos involuntários de gestão, sempre conforme as condições contratadas.
Não. A cobertura depende da responsabilidade do condomínio, da existência de guarda ou manobrista, da modalidade contratada e das circunstâncias do evento.
Há possibilidade de contratar coberturas destinadas aos funcionários, como morte, invalidez e assistência funeral, conforme contratação. Também é importante verificar as exigências da convenção coletiva aplicável.
O seguro não substitui manutenção ou conservação. Danos decorrentes de desgaste natural, deterioração gradual ou manutenção inadequada podem não estar cobertos.
A regularização e o funcionamento dos sistemas de prevenção são importantes. A exigência documental varia conforme seguradora, estado, edificação e tipo de ocorrência.
É a inadequação entre os valores contratados e o custo real do risco. Mesmo quando o evento está coberto, a indenização não ultrapassa o limite contratado.
É necessário revisar o custo de reconstrução, equipamentos, responsabilidades, franquias e os limites individuais de cada cobertura.
Sim. Placas solares, carregadores, novos elevadores, portaria remota, ampliação de lazer, manobristas e outras mudanças devem ser consideradas.
O condomínio comunica a ocorrência, adota medidas para evitar agravamento e apresenta os documentos solicitados. A seguradora analisa causa, cobertura, limites e franquias.
Sim. A equipe poderá verificar coberturas, limites, franquias e pontos que merecem atenção. A análise é orientativa.
Antes de cada renovação e sempre que houver mudanças relevantes na estrutura, utilização, equipamentos, funcionários ou histórico de sinistros.
Cada condomínio possui uma estrutura, uma rotina e riscos diferentes. Nossa equipe ajuda a analisar esses pontos com mais clareza.